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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

The roof is on fire



Karen: If you’re gonna have sex with someone and you knew it would be the absolute last time… what do you think it would be like?

Hank: I think it would be incredibly sad.



Karen: Yeah, so do I. Make me sad.



Californication (completamente viciada nesta série)







terça-feira, 30 de agosto de 2011

Snif...Snif...



Sou uma péssima jogadora...aposto sempre o coração inteiro...mesmo quando tenho a certeza de que vou perder a jogada...







segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Pratos frios


A vingança é, efectivamente, um prato que se serve frio.
Aliás quanto mais frio melhor...
Nada se compara ao prazer de preparar uma bela e sucolenta vingança.
Primeiro começamos por escolher o ingrediente principal. O que normalmente não é dificil, certo?
Depois devemos planear, pormenorizadamente, de que forma vamos cozinhar a nossa vingança.
Não pode haver pressas ou precipitações, sob pena de a vingança encruar.
Todas as etapas requerem tempo, disponibilidade e acima de tudo paciência! Sim, porque é impossivel uma vingança decente sem uma boa dose se paciência.
Depois de devidamente cozinhada, podemos deliciarnos calma e tranquilamente com a nossa vingança, devidamente acompanhada de um tinto encorpado...e que bem que sabe!!!!

Coisas que fazem sentido...



'Se insistirmos em voltar ao que já passou, acabaremos com mil passados e nenhum futuro."

















terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ouvidos de mercador...

http://youtu.be/L8aYZGpTabQ

Cor

A minha vida é quase sempre pintada de cores garridas, fortes...daquelas que maogoam os olhos e fazem disparar o coração.
Daquelas que nos enervam e não nos deixam sossegar.
Que nos excitam.
São intensas.
Mas afinal do que me posso queixar? A minha vida É colorida!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Call me...

Não interessa a quantidade de vezes que tentamos, o esforço que fazemos...a atracção dos pólos multiplica-se exponencialmente pela distância que queremos manter!

Não vale a pena tentar desviar os olhos, manter as mãos quietas, engolir as palavras, fingir que o sexo é uma merda...

A vontade que a noite se prolongue contra todo o bom senso é mais forte que qualquer boa intenção...é uma luta de perder o fôlego contra o inevitável...


Being good isn`t always easy...

sábado, 20 de agosto de 2011

Não diria melhor...


Por outras palavras...


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É também o que eu saboreio no Amor, em todas as formas de Amor: saboreio a presença física, saboreio o presente e o corpo. Sim, os homens são como crianças grandes. Partem, e eu não os retenho. São livres - tomam liberdades, não há Amor, só há provas de Amor, não é?
O corpo é a única prova de Amor - ou não. Não é a única: os homens livres podem partir, e por vezes ficam.
Eis a mais bela prova de Amor: assumir a liberdade de ficar quando se poderia partir."


In Naqueles Braços de Camille Laurens

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Unhas de Fora...2012







 
 










Livro de cabeceira



"Quando um actor representa o papel de alguém que está a desmoronar-se, fá-lo com organização e coerência; quando é ele próprio que está a desmoronar-se, e representa o papel do seu próprio fim, isso é outra coisa, uma coisa transbordante de terror e medo. (...) Gritava alto quando acordava a meio da noite e se via ainda aprisionado no papel do homem privado do seu próprio ser, do seu talento e do seu lugar no mundo, um homem desprezível que não era mais do que o somatório dos seus defeitos. De manhã escondia-se na cama durante horas, em vez de se esconder daquele papel, estava simplesmente a representar aquele papel. E, quando por fim se levantava, a única coisa em que conseguia pensar era no suicídio, e não apenas na sua simulação. Um homem que queria viver interpretando o papel de um homem que queria morrer. (...) Tento esquecer-me de mim pelo menos um minuto por hora. Sempre tive a secreta suspeita de que não tinha talento nenhum."

Por outros telhados

"O meu mundo não é como o dos outros!
Quero demais, exijo demais.

Há em mim uma sede de infinito,
uma angústia constante que nem eu mesma compreendo.

Pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada,
com uma alma intensa, violenta, atormentada.

Uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade...
sei lá de quê!"

[Florbela Espanca

pic38


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

The beast...

Ha uns tempos descobri uma coisa interessante.
Na sequência de mais uma desilusão amorosa, e tendo em conta que já não caminho para nova, resolvi tomar as rédeas da minha vida.
Pensei, chorei, berrei, descabelei-me, até que percebi onde residia o problema: eu tinha sido uma vítima a vida toda. Mas não dos outros, que eu não menina para isso. Não, eu tinha sido uma vítima de mim própria e dos meus sentimentos. E dessa forma vivi condicionada, subjugada por uma moral que me foi incutida desde que me lembro.
Mas, como tudo o que é demais enjoa, para mim tinha-se acabado!
Precisava de exorcisar os meus demónios, libertar o meu lado mais negro. Sem culpas ou recriminações.
Se assim o pensei, melhor o fiz...e quando a oportunidade me surgiu eu aproveitei-a...contra tudo e contra todos, deixei-me levar pelos meus instintos mais básicos. Pelos mesmos instintos que estavam recalcados, mas sempre a assombrarem a minha consciência.
Que não me deixavam ter paz e me faziam sentir que não estava à altura.
Que faziam de mim uma alma atormentada.
Depois de libertada a fera, sei que dificilmente voltarei a conseguir enclausurá-la...
Mas será que quero? I don't think so...
Pela primeira vez, eu não fui a vitima...fui a vitimadora e gostei!




Estórias

Ela não queria continuar ali por muito mais tempo.

Sabia que mais tarde ou mais cedo, teria de retroceder ou avançar.

Se recuasse já não iria encontrar o que deixara antes. Aquele espaço não seria o mesmo. As suas experiências recentes e a intensidade com que as vivenciou mudaram-na para sempre.

No entanto, se aquilo que deixara atrás de si, de alguma forma a entediava, o que vislumbrava deixava-a paralisada de medo.

Ela queria saltar e tocar o paraíso, mas para isso teria de enfrentar o abismo. Teria de encontrar a loucura e a ousadia necessária para combater o vazio e a angústia da incerteza.

Podia ter acreditado em magia...numa espécie de força sobrenatural que a amparasse e a poupasse de cair. No amor talvez.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Pink thoughts

Danos Colaterais

Hoje percebi de que forma reajo ao medo...não evito as situações...não me escondo atrás de desculpas...não atribuo responsabilidades a terceiros...não tenho o síndrome da avestruz...

A minha forma de reagir ao que me assusta e incomoda é expor-me ao perigo tanto quanto possível...testar-me, testar os meus limites...ir cada vez mais longe...

Afinal tudo o que pretendo é ganhar anticorpos...

Se pelo caminho apanhar uma constipação ou uma gripezita...tenho sempre a garantia de que consegui evitar uma grande pneumonia!

O que não nos mata torna-nos mais fortes, certo?


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Selvagem ou talvez não...

"É do prazer da luta que ela retira o combustível. Desconstrói para a seguir fazer melhor. Sopra as cartas do castelo, porque sabe que pode erguê-lo mais forte. Sente-se no seu melhor quando encontra desafios à altura. Gosta de reacções. Entenda-as ou não. Porque os limites são para ser testados. Os dela e, mais ainda, os dos outros. Tem medo, claro. Um medo de morte. Mas que se lixe. Contrariem-na. Provoquem-na. Turn her on. Não quer que a temam. Secretamente, só procura que lhe façam frente. Não cede, nem procura vencer. A batalha é lutada apenas pelo prazer da mesma.
Porque no fim, o que ela realmente procura é poder aninhar-se no peito protector do adversário. E sentir que pertence ali.
Alguns corações não podem ser domados. Mas podem escolher descansar ao lado de outro coração da mesma raça."

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Gata escondida com rabo de fora


Sempre gostei de jogar às escondidas...ainda hoje gosto...escondo-me de mim e dos outros...mas sempre que isso acontece, certifico-me que a escolha do local é suficientemente engenhosa para que me encontrem...escondo-me com a certeza de que quem me ama saberá onde me encontrar...

A partir de hoje...vou estar por aqui...

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

"Sempre acreditei que não se pode querer tudo da vida. Há alturas em que é forçoso escolher e estar disposto a pagar o preço das escolhas feitas. Pese tudo o que possam dizer ou pensar de mim, ninguém me poderá acusar jamais de não ter escolhido e de não ter estado disposto a pagar o preço."